Como é eleito o presidente nos Estados Unidos
A eleição presidencial dos Estados Unidos gera muitas expectativas nos norte-americanos e em outros países, preocupações que normalmente resultam em variações bruscas nas bolsas de valores da maioria das nações, pois, dependendo de quem é eleito presidente, a economia mundial pode melhorar ou piorar, já que os Estados Unidos, como grande potência, influenciam na economia de muitos países.
Como ocorre o processo eleitoral?
O processo eleitoral norte-americano é um pouco mais complexo do que o brasileiro. Todo político que tem intenção de tornar-se presidente primeiramente organiza um comitê exploratório antes das eleições, cuja finalidade é testar suas chances e arrecadar fundos para sua campanha. Após tais realizações, ele deve declarar formalmente sua candidatura à indicação de seu partido. Geralmente, há muitos candidatos que disputam a indicação partidária para concorrer à Presidência, sendo o Partido Republicano e o Democrata os principais quando se fala em política norte-americana.
As chamadas eleições primárias, que é a disputa entre candidatos de um mesmo partido, costumam ocorrer entre os meses de janeiro e junho. Eleitores em cada um dos Estados norte-americanos elegem os delegados partidários, alguns deles preferem escolher seus delegados através de uma prévia (sistema de reuniões políticas). Muitos candidatos tornam-se praticamente imbatíveis após vencer um número significativo de primárias, não necessitando do resultado das disputas nos últimos Estados. As convenções partidárias nacionais, realizadas um pouco antes da eleição presidencial, são usadas para indicar formalmente o candidato escolhido pelo partido para concorrer à Presidência. São os delegados partidários que escolhem os indicados durante as primárias e será o candidato que disputará a eleição que irá escolher o vice para sua chapa. A eleição presidencial ocorre sempre na primeira terça-feira de novembro do ano eletivo. Ao contrário do Brasil, os eleitores não participam de uma eleição direta, eles são responsáveis pela escolha dos “eleitores” que formam um Colégio Eleitoral. O número de “eleitores” por Estado é determinado pelo tamanho de sua população. Na maioria dos Estados, o vencedor do voto popular leva todos os votos do Colégio Eleitoral daquele Estado. Deviso a esse sistema, um candidato pode vencer sem ter o maior número de votos populares em âmbito nacional.
O processo eleitoral norte-americano é um pouco mais complexo do que o brasileiro. Todo político que tem intenção de tornar-se presidente primeiramente organiza um comitê exploratório antes das eleições, cuja finalidade é testar suas chances e arrecadar fundos para sua campanha. Após tais realizações, ele deve declarar formalmente sua candidatura à indicação de seu partido. Geralmente, há muitos candidatos que disputam a indicação partidária para concorrer à Presidência, sendo o Partido Republicano e o Democrata os principais quando se fala em política norte-americana.
As chamadas eleições primárias, que é a disputa entre candidatos de um mesmo partido, costumam ocorrer entre os meses de janeiro e junho. Eleitores em cada um dos Estados norte-americanos elegem os delegados partidários, alguns deles preferem escolher seus delegados através de uma prévia (sistema de reuniões políticas). Muitos candidatos tornam-se praticamente imbatíveis após vencer um número significativo de primárias, não necessitando do resultado das disputas nos últimos Estados. As convenções partidárias nacionais, realizadas um pouco antes da eleição presidencial, são usadas para indicar formalmente o candidato escolhido pelo partido para concorrer à Presidência. São os delegados partidários que escolhem os indicados durante as primárias e será o candidato que disputará a eleição que irá escolher o vice para sua chapa. A eleição presidencial ocorre sempre na primeira terça-feira de novembro do ano eletivo. Ao contrário do Brasil, os eleitores não participam de uma eleição direta, eles são responsáveis pela escolha dos “eleitores” que formam um Colégio Eleitoral. O número de “eleitores” por Estado é determinado pelo tamanho de sua população. Na maioria dos Estados, o vencedor do voto popular leva todos os votos do Colégio Eleitoral daquele Estado. Deviso a esse sistema, um candidato pode vencer sem ter o maior número de votos populares em âmbito nacional.
Como é eleito o presidente no Brasil
A partir de 1982, a informática foi lentamente sendo
implementada pela instituição. Iniciando-se com a informatização dos processos
de totalização de resultados, como se comprova pelo Caso Proconsult,
intensificando-se em 1986 com o recadastramento nacional de eleitores, chegando
finalmente ao voto eletrônico, primeiramente em cidades com mais de 200.000
eleitores (1996), depois em municípios com mais de 40.500 (1998) até ter
atingido o país todo no pleito municipal de 2000. A partir de 2005, iniciou-se
os trabalhos de planejamento do recadastramento biométrico de eleitores.De
forma estritamente paralela à informatização, cresceu o custeio da Justiça
Eleitoral do Brasil que, entre 1985 e 2007, passou de 0,02% para 0,12% do PIB,
com um crescimento de 705%. Segundo dados da Justiça Eleitoral, informados à
imprensa, o gasto total do último pleito municipal (2008), foi de
aproximadamente 600 milhões de reais , alcançando 0,2% do PIB daquele ano
(R$ 2,9 trilhões de reais), segundo informações do IBGE. O custo de cada voto
seria, assim, aproximadamente R$4,60.
A partir de 2001, mais de 50 países enviaram
representantes para conhecer a urna eletrônica brasileira e vários
países da América Latina utilizaram, em eleições oficiais, prévias partidárias,
ou simulações, os equipamentos
brasileiros: Paraguai, Argentina, México, Equador e República
Dominicana. Depois destas experiências, nenhum deles adotou o modelo do
equipamento brasileiro, por diversas razões.


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