Redes Sociais
As redes sociais estão fazendo parte cada vez mais da vida dos
brasileiros. Mas, não é só no Brasil que elas fazem sucesso. No mundo inteiro
as pessoas estão cada vez mais conectadas. O problema é que
muitas pessoas não conseguem distinguir a vida real da vida que tem nas redes
sociais e acabam trocando a convivência com os amigos, familiares e até mesmo o
trabalho por horas navegando na internet.
Todo cérebro é propenso ao vício! Muitos acham que vício
acontece só com substâncias químicas ou álcool. Puro engano, chocolate vicia,
baralho, pornografia, comida etc. Tudo que dá prazer, mas tem o uso proibido ou
é usado em exagero gera angústia e pode viciar. Existem viciados em coca-cola,
pornografia, comida, sorvete, baralho, internet, nos vícios mais comuns como o
tabagismo, alcoolismo e drogas ilícitas e há uma pesquisa de que está surgindo
até os viciados em celular.
Cada vez
mais pessoas buscam ajuda para o tratamento das dependências tecnológicas
(Internet e vídeo game), devido a vários aspectos psicológicos (baixa
auto-estima, depressão, fobias sociais, dentre tantos outros) e sociais (a
solidão, isolamento e o estilo de vida nos grandes centros urbanos).
Tal panorama se dá em função do crescimento
acelerado do acesso a Internet a população em geral e, em contrapartida, da
tendência ao sedentarismo e a reclusão emocional.
Veja as
características de usuários graves de internet, que passam muito tempo e que
podem ter dependência de internet:
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- Pessoas
inteligentes e mentalmente muito ágeis
- Referem passar o “dia todo” conectados - Pertencentes a todas as faixas etárias - Apresentam depressão e/ou ansiedade - Preferem as interações virtuais as reais - Utilizam a internet como uma forma de expressão daquilo que realmente são e pensam (refúgio) - Ciclo de amizades e de relacionamentos muito empobrecido - Desenvolvem idiossincrasias na rede |
A maioria dos tratamentos envolve afastar o usuário da vida online por meio de atividades com outras pessoas. Algo que também funciona é ficar tão cheio de atividades fora de casa que não sobra tempo para o computador. Outras alternativas são: parar de usar um serviço específico (por exemplo, o Orkut); colar bilhetes pela casa para lembrar de sair da internet; criar uma lista das tarefas cotidianas e cumpri-la; procurar ajuda médica.

